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Ao apagar das luzes

16/07/2014

Liberação do estádio Beira-Rio é cercada de problemas até o início dos jogos em Porto Alegre

Por Cristian Pheula

O processo de reforma do estádio Beira-Rio foi cheio de reviravoltas. Iniciadas em 29 de julho de 2010, as obras foram paralisadas um ano depois por conta de um desacerto no contrato entre o Internacional e a construtora Andrade Gutierrez. Em março de 2013, finalmente o acordo foi selado após uma série de discussões e a intervenção até mesmo da presidente Dilma Rousseff. Após a retomada da reforma, foi preciso correr para cumprir o cronograma e deixar o estádio em condições. O novo Beira-Rio tem capacidade para 51.300 torcedores (podendo ser ampliada para 56 mil), além de 70 camarotes e estacionamento para 3 mil vagas.

(Foto: Divulgação SC Internacional)

(Foto: Divulgação SC Internacional)

 

Fim das obras e começo de novos problemas

Após o recomeço dos jogos e a reinauguração oficial do estádio no começo de abril, um novo problema surgiu: quem iria pagar as estruturas temporárias exigidas pela FIFA? O clube negava-se a arcar sozinho com o custo de 25 milhões de reais, enquanto a organizadora do Mundial apegava-se ao contrato firmado com o Inter e o governo não desejava gastar dinheiro público em algo que não fosse ficar como legado depois do evento. Surgiram discussões de lado a lado e o discurso de que a Copa em Porto Alegre corria perigo até a criação de uma lei para estimular as empresas a financiarem os equipamentos em troca de isenção no ICMS resolver o problema.

Antes do começo do Mundial, ainda foram necessários mutirões para a finalização e limpeza do entorno do estádio. E quando tudo parecia pronto, a poucos dias do começo do Mundial, a vistoria realizada pelos bombeiros indicou a não liberação do estádio para receber os jogos. Mais correria para realizar os ajustes necessários até a liberação oficial do estádio em 10 de junho, a dois dias do começo do Mundial.

 

Em demolição, Olímpico é “reformado” para ser Centro de Treinamento

A Arena do Grêmio e o estádio Olímpico foram selecionados pela FIFA para os treinos das seleções que jogariam na capital gaúcha. Com isso, o estádio Olímpico, em processo avançado de demolição, passou por algumas reformas pontuais no campo, vestiário e arquibancadas para atender às solicitações da organizadora do Mundial. O Centro de Treinamentos do Grêmio acabou não ficando pronto a tempo, o que forçou a utilização do Olímpico. Além destes locais, o campo do SESC Campestre foi selecionado como reserva, exigindo cuidados com o gramado e a construção de nova arquibancada para ser utilizado em caso de necessidade.

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