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Como aperfeiçoar o inglês para Copa do mundo

15/07/2013

Por Pedro Veloso

Não se fala em outra coisa em qualquer que seja o idioma. A menos de um ano para o início da Copa no Brasil, cidades como Porto Alegre vivem em estado de preparação. Desde as ruas em obras, até as pessoas. Os taxistas e outros profissionais que trabalham diretamente atendendo ao público estão recebendo aulas de inglês para melhor se comunicar com os turistas. Mas mesmo quem não tem muita relação com esses serviços está se preparando, de olho em novas oportunidades. Por isso os cursos de inglês na cidade encontram-se lotados. “Eu entrei em contato com dois e quase não tem mais vagas” lamenta a estudante do ensino médio Joice Inácio, 16 anos. “Todo emprego vai acabar pedindo no ano que vem, quem não tiver um bom inglês vai ficar prejudicado”, conta a estudante do ensino médio que procura uma chance de ingressar no mercado.

De um outro lado da situação, temos Danusa Fontes de 29 anos, que é trainee de uma rede de loja de varejo.  Mesmo com uma carreira mais encaminhada ela resolveu estudar inglês como forma de aperfeiçoamento profissional.  “Não tive ainda nenhuma recomendação da empresa para ir atrás disso, mas sinto que estou muito despreparada” diz Danusa. Ela fez um curso intensivo durante o mês de junho e agora quer continuar os próximos níveis, porém encontra dificuldades. “Não existem cursos de curta duração, e os normais já estão com turmas cheias e com poucos horários disponíveis”. Cursos como Yázigi ou Fisk, por enquanto oferecem apenas cursos normais divididos por módulos, que em média duram um semestre ou então intensivos de um mês que só ocorrem em períodos de férias escolares.

No entanto existem alternativas. Atenta a essa carência da população, a Prefeitura de Porto Alegre oferece a seus funcionários cursos gratuitos de inglês. Claudio Heins, 48 anos, funcionário da prefeitura é um dos alunos, mas tem críticas quanto ao formato do curso. “Não é um curso pra aprender inglês, e sim para orientar os turistas, decorar coisas como perguntas, direções, onde fica tal lugar, e outras coisas que possam ajudar” explica Claudio. Para facilitar os funcionários podem ter aulas durante parte do horário de trabalho. Ao fim do curso de um ano, os alunos ganham um bottom com os dizeres “can i help you?” para usar durante a época da Copa.

Andressa Oliveira, 28, também funcionária da prefeitura e estudante de geografia da UFRGS, preferiu optar por um curso de longa duração, mas online. Desde março ela se dedica às lições gratuitas oferecidas pelo site http://www.myenglishonline.com.br/, coordenado pelo MEC. Já no nível 5 do curso, e não pretende parar até a Copa, e inclusive, prosseguir com os estudos depois dela. “Acho isso muito importante, mas não só pela Copa. As pessoas bilíngues sempre têm mais oportunidades por ser é um baita diferencial” afirma.

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